Não há emoções boas ou ruins. Todas elas cumprem a função de guias para nos proteger e nos levar a tomar boas decisões. A raiva, por exemplo, é de suma importância para defender que nossos direitos e limites pessoais sejam respeitados, além de suscitar a mudança ao nosso redor. O que pode ser bom ou ruim é o que fazemos (ou não) com as nossas emoções.
Emoções e razão não são forças opostas. Elas interagem na avaliação de riscos, recompensas e consequências. Reconhecer o que sentimos e analisar o contexto pode ajudar a tomar decisões mais conscientes.


